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Na hora do testemunho

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Chega um momento em que temos de dar testemunho da nossa convicção, da nossa fidelidade aos princípios que esposamos. Se não formos capazes de defende-los damos uma prova de insegurança moral. A traição aos nossos princípios, aos textos básicos da nossa convicção é um insulto à nossa dignidade pessoal, que se revela inconsistente. Os que assim procedem só têm um meio de reabilitação: a retratação pública e a renúncia aos cargos que exercem no plano doutrinário que traíram.
Este é um livro de mensagens, crônicas, poemas e cartas, que Herculano Pires e Chico Xavier escolheram, para deixarem documentadas suas posições, quanto à importância da defesa da obra de Kardec contra as tentativas de adulteração, que ocorrem dentro do próprio movimento espírita. Leitura obrigatória para os espíritas, previne-os contra a estagnação simplória na crença e a aceitação de “mentores” deste e do outro mundo, que por meios tipicamente farisaicos atrelam facilmente os ingênuos e os vaidosos ao carro fantasioso das suas pretensões.

ISBN 85-88849-16-X

126 páginas • 14x21 cm • R$ 13,00

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Chico Xavier e J. Herculano Pires

Chico Xavier e J. Herculano Pires

J. Herculano Pires e o médium Chico Xavier realizaram diversos trabalhos em parceria, e vários deles resultaram em livros.

Francisco Cândido Xavier nasceu em Pedro Leopoldo, estado de Minas Gerais, em 2 de abril de 1910. Filho de vendedor de bilhetes e lavadeira, esse homem simples foi consagrado por todos aqueles que tiveram a oportunidade de se aproximar, tocar e até mesmo conversar com ele. De família modesta, só pôde estudar até a 4ª série do primário, pois teve de trabalhar desde criança para ajudar no orçamento de casa. Seu pai, João Cândido Xavier, gerou nove filhos com Maria João de Deus. Quando Chico era ainda pequeno, a mãe faleceu, deixando-o sob a responsabilidade da madrinha, que o maltratava constantemente. Nessa mesma época, o garoto começou a experimentar as primeiras manifestações mediúnicas: ele via a falecida mãe, pronta a consolá-lo dos maus-tratos e aconselhá-lo a ser obediente e humilde, virtudes que cultivou por toda a vida.

Com mais de 400 obras publicadas e 25 milhões de exemplares vendidos, o médium é considerado um dos maiores fenômenos editoriais do País. Desde que começou a produtiva empreitada de escritor mediúnico, renunciou a qualquer benefício fruto desse trabalho. Tanto os direitos autorais (que recusava receber) quanto a enorme quantidade de presentes que ganhou foram doados a entidades assistenciais ou a pessoas carentes.

Em 30 de junho de 2002, vítima de parada cardíaca, Chico Xavier desencarnou tranqüilamente em sua casa. Depois de solicitar que lhe fizessem a barba, o que, por hábito, aconteceria apenas na segunda-feira, Chico acomodou-se em seu leito e, postando as mãos em atitude de prece, parou de respirar. Aproximadamente 200 mil pessoas estiveram presentes durante os dois dias de velório e mais de 30 mil acompanharam emocionadas o sepultamento do médium, que aconteceu na tarde do dia 2 de julho.


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